Leila não foi para casa. Sua mente estava a mil, e casa era o último lugar que ela queria estar. Ela poderia ligar para Kelvin, mas Kelvin traria calma para sua vida, e calma não era o que ela precisava agora. Leila precisava estar irritada com o que estava prestes a fazer. O motorista fez uma curva na direção da casa dela, e ela pigarreou. “Você… você sabe onde vendem armas?” O carro deu uma freada brusca e alguns outros motoristas xingaram o condutor pelo parar abrupto. Ele se desculpou e retomou o caminho. Leila não se incomodou com a reação dele. Ela se recostou no banco de trás e cruzou os braços. Eles trocaram olhares pelo retrovisor, e o motorista balançou a cabeça em desaprovação. “Bom, você sabe?” “Não, senhora.” Ela tinha a sensação de que ele sabia, mas não contaria a

