No dia seguinte, Leila acordou morrendo de fome. Ela m*l havia jantado na noite passada por causa do seu humor e não estava ansiosa para tomar café da manhã com toda a família. Kelvin parecia ser a única pessoa legal ali. Uma mão deslizou pelo seu vestido. Ela olhou para o marido e se esticou para capturar seus lábios em um beijo. “Bom dia, meu bem.” “Bom dia, meu amor,” ele respondeu. Seus dedos entrelaçaram-se em seu cabelo, acariciando seu couro cabeludo de forma sensual, o que arrancou um pequeno gemido dela. “No que você estava pensando?” “Nada. Só estou com fome.” A luz atravessava pelas cortinas. Ela se virou de costas e colocou uma mão sobre os olhos. Se estivessem em casa, não precisaria sair da cama apressada, exceto para trabalhar. Mas agora, ela se forçava a se

