PONTO DE VISTA DE ELIZA O coração apertou ao ver o que restou da casa da minha infância. A mansão da alcateia, outrora orgulhosa e magnífica, agora era uma ruína assombrosa. Paredes desmoronadas contavam histórias de abandono, enquanto ervas daninhas brotavam pelas rachaduras do pátio como uma vingança lenta da natureza. A visão me trouxe lágrimas, mas as engoli. Não podia mostrar fraqueza, não agora. Caminhei pelas ruínas até que os membros da alcateia e eu alcançamos um local apropriado no meio de tudo aquilo. Me posicionei de costas para a casa que deixara para trás e me virei para minha nova alcateia. Os lobos reunidos me observaram com olhos atentos enquanto eu começava a falar. Minha voz tremeu no início, mas ganhou força à medida que eu recontava a história que assombrava

