Cecilia Consegui esboçar um sorriso que mais parecia uma careta. Quem em sã consciência gostaria de participar de uma competição como aquela? "Será que não posso entrar em algo... melhor?" perguntei, minha voz pequena e vulnerável. "Claro que sim," respondeu Alfa Sebastian sem hesitar, acenando com absoluta certeza. O sorriso dele transformou suas feições habitualmente severas, seus olhos brilhando com uma calorosa afeição enquanto falava com aquela voz rica e profunda que me lembrava uísque envelhecido. "Você pode entrar no que quiser." Estava me segurando apenas pela força de vontade, determinada a não desmoronar e dar a alguém o prazer de me ver chorar. Mas nesse momento, percebi que podia me permitir essa fraqueza. Eu podia ser frágil. Eu podia ser confortada.

