Cecilia Terminei a ligação, me virei - e quase trombei com um homem que claramente não tinha noção de espaço pessoal. O que era estranho, porque eu podia jurar que o vi passando por aqui há um minuto. Agora ele estava parado como um fantasma esperando seu momento em uma peça m*l ensaiada. “Ah, posso te ajudar?” perguntei, educada mas cautelosa. Fiz uma rápida varredura mental no rosto dele e nada me veio à mente. Nenhum reconhecimento. Nada. Ele apenas me encarava. Intensamente. Como se eu fosse um enigma que ele tentava resolver apenas com sensações. Então, ele disse num sussurro tão baixo que quase não ouvi, “Rebecca…” Ok. Estranho. “Senhor?” tentei de novo, colocando firmeza na minha voz. “Precisa de alguma coisa?” Isso pareceu tirá-lo do transe.

