Capítulo 179

1898 Palavras

  No dia seguinte, Juliana acordou grogue. Quem não estaria? Ela não conseguiu dormir nada. E o motivo? Seu ex-namorado, agora guarda-costas, estava dormindo no quarto em frente ao da sua mãe.   "Que horas são?" ela perguntou com a voz rouca e ainda meio adormecida. "Nove?! Sério?! Dormi só quatro horas. Dá um tempo!" ela resmungou enquanto se enterrava no travesseiro fofo e tentava voltar a dormir.   Mas não se passaram nem alguns segundos quando alguém bateu forte na porta, a fazendo se sobressaltar.   "Ahh! Que droga! Quem é?!" ela gritou, sem se importar se era uma empregada ou não.   Mas ela tinha certeza de que quem a acordou de propósito com aquelas batidas não era uma empregada. Nenhuma delas teria coragem para isso. Só havia uma pessoa com coragem de agir assim com ela. Ningué

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR