No dia seguinte, Juliana acordou grogue. Quem não estaria? Ela não conseguiu dormir nada. E o motivo? Seu ex-namorado, agora guarda-costas, estava dormindo no quarto em frente ao da sua mãe. "Que horas são?" ela perguntou com a voz rouca e ainda meio adormecida. "Nove?! Sério?! Dormi só quatro horas. Dá um tempo!" ela resmungou enquanto se enterrava no travesseiro fofo e tentava voltar a dormir. Mas não se passaram nem alguns segundos quando alguém bateu forte na porta, a fazendo se sobressaltar. "Ahh! Que droga! Quem é?!" ela gritou, sem se importar se era uma empregada ou não. Mas ela tinha certeza de que quem a acordou de propósito com aquelas batidas não era uma empregada. Nenhuma delas teria coragem para isso. Só havia uma pessoa com coragem de agir assim com ela. Ningué

