No dia seguinte, Alina acordou com os olhos um pouco inchados. Ela estreitou a visão contra o feixe da manhã que espiava pela janela de seu quarto. O que aconteceu na noite anterior ainda estava fresco em sua mente. "Herman!" exclamou em um sussurro enquanto se levantava abruptamente e saía da cama. Caminhou apressada até a porta, esquecendo-se de calçar seus chinelos de dormir. Tudo o que vinha à sua mente assim que acordou era a presença do homem que apareceu de repente em meio à sua aflição. "Será que ele ainda está aqui?" murmurou ao chegar na sala de estar. "Herman!" chamou pelo nome dele, mas ninguém respondeu. Ela olhou para o relógio pendurado na parede. "Oito!" murmurou. Ela olhou para a entrada e viu que não havia nenhum par de sapatos de homem no chão. Um sentimento d

