Edgar Narrando, O pai dela não me deixou nem ir ao morro, ali mesmo seus seguranças me acompanharam até o carro e seguiu até uma pista que acredito ser clandestina, a mulher dele já estava lá e chorava sem parar, eu ainda não conseguia entender o que realmente estava acontecendo, pois, nenhuma informação concreta foi passada a mim, ninguém falava comigo, mas o pai dela estava a todo momento no telefone, não sei com quem ele conversava na certa é algum segurança. A viagem foi mais longa que eu esperava, estava frio e eu estava apenas com uma calça jeans tênis e uma blusa simples, abracei meu corpo como pude e entrei no carro o mais rápido que consegui, novamente um silêncio no carro eu queria perguntar, mas ao mesmo tempo não me sentia no direito, chegamos em um enorme hospital e eu me se

