Por volta das nove horas, ouvi a maçaneta girar. O mesmo empregado entrou e ficou parado ao lado da porta. Já não tinha energia para mandá-lo embora, então fiquei em silêncio, deixando que falasse. "O Sr. Parker a convida para jantar lá embaixo", disse ele. Apertei os dentes ao ouvir o nome e respondi com aspereza: "Diga que não estou com fome." "Ele deixou claro que a senhora deve obedecer", informou-me. O sangue ferveu de raiva em minhas veias. "Diga para aquele desgraçado jantar sozinho, porque perdi o apetite! E diga para ele enfiar as ameaças no r**o!", gritei, com força suficiente para que minha voz ecoasse lá embaixo. "Senhorita, por favor, não temos permissão para desobedecê-lo. O Sr. Parker não ficará satisfeito com essa resposta. Por favor, v—", o homem foi in

