Ele ouvia vozes, Dorian ouvia vozes... Ele tentou aguçar os ouvidos de novo, querendo ver se conseguia escutar o que diziam ou reconhecer quem estava falando, mas não conseguiu. Aos poucos, seus olhos se abriram, piscando contra a luz branca intensa que brilhava diretamente em seu rosto; ele soltou um leve suspiro internamente. Onde diabos ele estava? Começou a se perguntar, seus olhos vagando para os lados enquanto tentava reconhecer o local, mas tudo e em todos os lugares parecia desconhecido e estranho. Pelo que ele podia ver, havia cortinas azuis por todos os lados, luzes brancas ofuscantes, e o cheiro forte de remédios e sangue preenchia suas narinas. Ao soltar um arquejo, Dorian abriu a boca ao se dar conta de onde estava. Ele estava em um hospital, e estava deita

