TESSA As palavras cortantes de Declan, em vez de me derrubarem, serviram como combustível. Um desejo quase infantil de prová-lo errado me impulsionava. m*l podia esperar para colocar aquele projeto perfeito em sua mesa e pensar: Toma essa, seu arrogante! Claro, jamais diria isso em voz alta. Mas a fantasia era reconfortante. Então, me entreguei de corpo e alma. Vivi à base de lanches e miojo. Levei trabalho para casa, noites viraram madrugadas de telas brilhantes e fórmulas. A exaustão era um peso constante. Na manhã de sexta-feira, Audrey apareceu à minha mesa, preocupada. “Tessa, o Sr. Hudson veio te encher o saco de novo?” Franzi a testa. “Não. Nem o vi hoje.” “Sério? Eu o cruzei há pouco, saindo daqui.” Ela apontou para o corredor. Deve ter vindo espiar só par

