PONTO DE VISTA DE ELIZA Minha mão estava firme na empunhadura da faca, pronta para ser desembainhada enquanto eu corria para o meio do campo de batalha. Meu coração batia como um tambor de guerra que ressoava a alguns quilômetros de distância. Uma flecha, quase imediatamente, passou por cima da minha cabeça e perfurou a garganta do homem à minha frente, e eu vi enquanto ele caía de joelhos antes de desabar no chão, com o sangue jorrando da ferida. 'Corre, Eliza. Corre!' Virei a cabeça na direção da voz, mas os grunhidos primitivos e brutais ao meu redor me impediram de ver quem era. 'Eliza! Pela deusa, corre!' Era a voz da mamãe. Desta vez, não precisei de confirmação para saber que era ela. Mas o que a mamãe estava fazendo no campo de batalha? Rapidamente, virei na direção de s

