Olhei para ele. Seu rosto estava sério, sem nenhum traço de falsidade. Ele estava realmente sendo honesto no que dizia. E sua expressão deixava claro que ele não era o tipo de homem que pedia desculpas facilmente; essas palavras certamente soavam estranhas em sua boca. "Uh...tá bom—eu te desculpo," eu disse. Não ia perdoá-lo tão facilmente, mas a maneira como seus olhos mostravam sinceridade, não pude evitar. "Uh-tome isto, é para você." Ele me entregou um lírio branco. "Obrigada..." eu disse timidamente. Ele apenas assentiu concordando. "Embora eu ache que essa foi ideia do Creed, não é?" perguntei. Com certeza foi o Creed que o mandou me trazer a flor; o cérebro do Danzel não foi feito para ser romântico. "Por que você sempre acha que é o Creed?" ele perguntou, estrei

