"Obrigada pelo café da manhã", eu disse depois de limpar o prato, "e por ter me salvado a vida." Ele me olhou de relance ao ouvir e simplesmente balançou a cabeça. Fiquei esperando alguns minutos para ver se ele diria algo, mas continuou digitando no celular. Então decidi me levantar. "Bom, agora tô bem, com a barriga cheia. Então vou indo, obrigada mais uma vez", falei, levantando da cadeira. Assim que terminei de falar, ele lançou um olhar para mim e respondeu com um sorriso torto: "Onde você acha que vai, querida?" "Pra casa", afirmei, como se fosse óbvio. "Mas aqui é onde você pertence, meu amor. É melhor começar a considerar este lugar como sua nova moradia." O quê? "Como assim não posso ir pra casa? Preciso ir. Agradeço por me salvar, mas agora estou perfeitame

