Comecei a me debater nos braços dele e a bater nas suas costas, gritando, até sentir uma ardida violenta no traseiro. Esse desgraçado tinha acabado de me dar um tapa. Ele nos levou de volta para o quarto e me jogou na cama. Em segundos, estava sobre mim. Solucei de medo, imaginando que ele poderia me machucar, e os olhos se encheram de lágrimas. Ele se inclinou até que o rosto ficou a centímetros do meu. O incidente no armário passou pela minha mente, mas desta vez, aquele olhar carregado de desejo havia sido substituído por pura fúria. "Da próxima vez que levantar a mão para mim", começou, com uma voz baixa e ameaçadora, "vou te f***r com tanta força que você vai ficar dolorida por semanas." Estremeci com a ameaça evidente em seu tom gelado. "Vou enfiar meu p*u na sua boca c

