De Repente XLVII

1641 Words

(Victor Aikyo) — Ei rapaz, cadê a mamãe? — Passo pela porta do apartamento de Alice, encontrando Gael sentado em uma cadeira comendo cereais sobre a mesa. — Está dormindo. — Fala e o observo, indo até o mesmo e pegando todas as formas geométricas e as pondo em uma vasilha. — Assim está melhor, certo? — Pergunto e o menino concorda, se preparando para jogar o leite inteiro no chão. — Deixe-me colocar, filho. — Tomo a caixinha de sua mão e assim faço. — Eu estava com fome, não deu tempo de esperar a mamãe. — Ele comenta e me surpreendo por Alice ainda não ter acordado, já que era dez horas da manhã. — Que estranho, por que sua mãe ainda não acordou? — Indago, limpando a mesa suja. Gael havia feito uma arte daquelas, usando tudo que existe em um café improvisado por uma criança de quas

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