Que comecem os jogos

1053 Words
Aos olhos de Gallo  Através do reflexo do grande espelho que ficava em um dos cantos do quarto, pude ver o rosto de Isabela enquanto descia, sem pressa, o zíper de seu vestido. Pouco a pouco, centímetro por centímetro de pele macia era revelado sob os meus dedos. Esfreguei o nariz pela curva de seu pescoço, enquanto minhas mãos acariciavam os ombros e as costas. Isabela estremecia a cada movimento, e o som da sua respiração era baixa e frenética, até se transformar em curtos gemidos. Mordisquei o lóbulo de sua orelha quando minhas mãos alcançaram seus s.eios - ainda cobertos pela frente do vestido vinho. — Fala para mim, Doutora Isabela. O que você gosta? — perguntei, levando a peça de roupa para o chão com um único puxão. Ela abriu e fechou a boca rapidamente, enquanto uma veia acelerada pulsava na lateral do seu pescoço - o que me obrigou a deixar um beijo mais demorado no local. Levantei os olhos para apreciar a imagem quase nua da mulher. Da barriga para cima, não havia sequer um único traje que cobria o corpo dela. — Será que… — escorreguei a mão pela barriga magra, até pousar sobre a calcinha dela. Isabela afastou as pernas para receber a minha mão, ainda trêmula junto ao meu corpo. — … se eu passar a língua bem aqui, em círculos — murmurei no ouvido dela enquanto o meu indicador brincava, fazendo os movimentos que eu falava, no meio das dobras dela. Isabela arfou e mordeu os próprios lábios para abafar os gemidos. Através do espelho, assisti as bochechas dela ficarem adoravelmente vermelhas. — Eu também vou te chupar um pouco para sentir melhor o seu gosto, antes de voltar com a língua bem aqui — troquei o indicador pelo dedo médio, usando-o para massagear a pequena protuberância que ficava escondida no s.exo dela. O meu m.embro enrijeceu imediatamente ao sentir a carne de Isabela pulsar por entre os entre os meus dedos. Levei-os a boca, chupando o calor úmido que tinha saído de dentro dela. Com as pernas quase cedendo, a mulher encostou-se sobre a beirada da cama. Tirou a calcinha, propositalmente devagar, em um gesto sedutor. Mordi os lábios enquanto a assistia se livrar da última peça de roupa. Quando percebi, estava prendendo a respiração, em expectativa com o que viria depois. Isabela ergueu a perna e a apoiou na mesa ao lado. Uma veia saltou na lateral do meu pescoço ao ver com tanta clareza o que ela tinha no meio das pernas. — Chegou o momento de cumprir com a minha promessa — murmurei, fazendo menção em me aproximar. — Ainda não — ela ergueu o indicador, me fazendo parar.— Primeiro, tira sua roupa. O tom de exigência da outra me fez sorrir. Estava gostando do jogo dela. As vezes era bom perder o controle. Tive pressa em me desfazer do terno, da gravata e depois da camisa. Depois, fiz o mesmo com a calça e os sapatos. — Muito bem, gosto de você obediente — ela arqueou o canto da boca.— Agora pode vir. Caminhei devagar, até ficarmos frente a frente. Levei as mãos para a cintura fina, deslizando as palmas para a barriga e subindo até os s.eios médios. Apertei os dois e prendi os m.amilos rosados por entre os meus dedos. Isabela segurou os meus cabelos assim que me curvei para levar um deles a boca. Chupei devagar até que o bico ficasse enrijecido e fiz o mesmo com o outro. Desci os beijos pelo abdômen levemente marcado. Fiquei de joelhos, continuando até me aproximar do triângulo que ficava entre as duas coxas. Fiz exatamente tudo o que prometi. A experimentei com a língua, explorando toda a sua carne rosada até achar o pequeno ponto do seu prazer. A chupei para saborear melhor o seu gosto. Não parei até que as pernas dela tivessem espasmos. Até sentir o líquido quente que escorreu diretamente para a minha boca. Olhei para cima, Isabela estava deitada de barriga para cima, com a respiração ainda acelerada e imóvel, como se tivesse sofrido um desmaio. Deslizei a língua por sua barriga até o meio dos p.eitos enquanto subia sobre o corpo feminino. Rocei propositalmente o meu m.embro na sua a******a, e mais uma vez ela se abriu para mim. — Olha só… continua tão molhada — provoquei com um sorriso torto. Fui amarrado por suas pernas, antes mesmo de estar dentro dela. Isabela levantou só um pouco a coluna, o suficiente para que seus lábios ficassem a poucos centímetros de distância. Ela sorriu, antes de passar a língua pela minha boca. — Acho que isso é um bom sinal para você — murmurou. Empurrei-a para trás e finalmente a penetrei. Estava tão úmida, que o meu s.exo escorregou com facilidade. Esperei por tanto tempo que fiquei agitado, foi difícil de controlar. Sentia o meu sangue pulsar em cada centímetro do meu corpo. No meu m.embro, enquanto latejava dentro dela. Nos meus pulsos, na minha cabeça, e até na lateral do meu pescoço. Isabela não me deixou no controle por muito tempo. Agarrou o meu pescoço e me empurrou para o lado. Montou sobre mim com facilidade, e me fez penetrá-la mais uma vez. — Então é assim que você prefere. Comandar a situação — falei, enquanto ela rebolava sobre o meu colo. Segurei as duas curvas redondas do traseir.o dela, as apertei e abri, enquanto a mulher subia e descia no meu colo. — Quando se trata de você, mais ainda. Por alguma razão, o meu sangue ferveu com aquela simples afirmação. Agarrei o pescoço de Isabela, e quando ela jogou a cabeça para trás, afastei a mão para lamber a sua garganta. Por iniciativa própria, ela conduziu dois dos meus dedos daquela mesma mão que a estrangulou de leve, para chupá-los. Aquilo me arrancou um sorriso sincero. — Acho que também seremos ótimos parceiros na cama — falei. — É melhor aproveitar bem. Porque essa é a última vez que me toca — retrucou. Ainda estava dentro dela quando escutei aquilo. Não falei mais nada, estava disposto a mostrar para Isabela que talvez estivesse enganada. No momento, foi assim que continuamos a noite. O único som era do atrito dos nossos corpos. O resto era silêncio. Silêncio, enquanto ela me cavalgava.
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